Ondas de Choque
Atualizado: há 1 dia
Ondas de choque radiais e focais na Clínica BioMed: menos dor, mais movimento
A dor no calcanhar, no ombro ou num tendão pode limitar tarefas simples, perturbar o descanso e dificultar a atividade física. Na Clínica BioMed, em Lisboa, dispomos de ondas de choque radiais e focais, duas modalidades que permitem adaptar o tratamento à localização e às características de cada problema.
São opções não invasivas que podem integrar o tratamento de determinadas condições musculoesqueléticas, sobretudo quando os sintomas persistem.
O que são e como atuam?
O tratamento aplica impulsos mecânicos através da pele, utilizando um aplicador colocado sobre a região a tratar. Estes estímulos podem modular a dor e desencadear respostas biológicas associadas à reparação dos tecidos. O objetivo é melhorar os sintomas e a função, com uma intervenção ajustada ao diagnóstico.
Radiais e focais: qual é a diferença?
Modalidade | Características |
Radiais | Tecnicamente chamadas ondas de pressão radiais, distribuem a energia por uma área mais ampla, com maior ação nos tecidos superficiais. |
Focais | Concentram a energia numa zona definida, permitindo atingir estruturas mais profundas, conforme o equipamento e os parâmetros utilizados. |
A escolha depende da estrutura afetada, da profundidade e do objetivo terapêutico. Ter ambas as modalidades permite selecionar a abordagem adequada a cada situação.
Em que quadros podem ser utilizadas?
Entre as condições em que as ondas de choque podem ser consideradas, após avaliação clínica, encontram-se:
Fasciopatia plantar, frequentemente chamada fascite plantar, com ou sem esporão do calcâneo.
Tendinopatia do tendão de Aquiles, associada a dor na região posterior do tornozelo.
Epicondilalgia lateral, conhecida como “cotovelo de tenista”.
Tendinopatia rotuliana, também chamada “joelho do saltador”.
Tendinopatia glútea e síndrome dolorosa do grande trocânter, que podem provocar dor na parte lateral da anca.
Tendinopatia calcificante do ombro, em casos selecionados, para os quais a modalidade focal é frequentemente considerada.
A evidência e a resposta ao tratamento variam entre estas condições. A presença de dor numa destas regiões não significa, por si só, que exista indicação para ondas de choque. O diagnóstico é essencial.
Quais são os benefícios possíveis?
Em pacientes selecionados, o tratamento pode ajudar a reduzir a dor, melhorar a função e facilitar a participação nos exercícios de reabilitação. A aplicação é externa, sem incisões, e pode complementar um plano de recuperação com exercício terapêutico e gestão das cargas.
Os resultados não são necessariamente imediatos: a evolução deve ser acompanhada ao longo das semanas. As ondas de choque integram o plano de tratamento e não substituem o trabalho de reabilitação.
Como é uma sessão?
O profissional identifica a região a tratar e ajusta a aplicação à condição clínica e à tolerância do paciente. Pode existir desconforto durante a sessão e sensibilidade, vermelhidão ou pequenas equimoses posteriormente. O número de sessões e os intervalos são individualizados.
Uma abordagem adaptada a si

Na Clínica BioMed, a escolha entre ondas de choque radiais e focais começa pela avaliação do seu problema, das limitações que provoca e dos objetivos de recuperação.
Marque uma avaliação na Clínica BioMed, em Lisboa, para saber se este tratamento é adequado ao seu caso.
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