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ELECTRO_ANC

Neuromodulação

 

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A neuromodulação é uma abordagem que utiliza estímulos físicos — elétricos, magnéticos, acústicos ou químicos — para regular a atividade do sistema nervoso, restaurando o equilíbrio entre áreas cerebrais ou vias nervosas alteradas por doença.

 

O objetivo é modular (e não destruir) a função neuronal, promovendo reorganização funcional e alívio de sintomas.

Existem diferentes modalidades, desde a estimulação elétrica invasiva (como a estimulação cerebral profunda, usada na Doença de Parkinson) até técnicas não invasivas, como a estimulação magnética transcraniana (TMS), a estimulação por corrente direta (tDCS) ou a mais recente tecnologia de ponta a Estimulação por Pulsos Transcranianos (TPS® Neurolith), que recebeu em 2018 a certificação para tratamento de Alzheimer.

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A neuromodulação atua através da neuroplasticidade — capacidade do cérebro de reorganizar as suas conexões —, melhorando a comunicação entre neurónios e a perfusão cerebral. É aplicada em doenças neurológicas e psiquiátricas como Alzheimer, depressão resistente, dor neuropática, epilepsia, AVC, ansiedade e Parkinson.

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Por ser não farmacológica e reguladora, é bem tolerada, podendo ser combinada com terapias convencionais.

Uma das áreas mais promissoras da neurociência clínica moderna, ao permitir intervir na função cerebral de forma reversível, personalizada e fisiológica.

Âncora Neurolith

TPS

(transcranial pulse stimulation)

 

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Como funciona?

TPS funciona através de ondas / impulsos acústicos, utilizados (com sucesso desde 1980) no tratamento de diversas condições. Elas permitem que energia física atue em áreas localizadas de tecido.

Estudos com ondas de choque relacionados a quadros ortopédicos ou cardíacos mostram que essas ondas promovem mecanotransdução, que estimulam fatores de crescimento endotelial vascular (VEGF) e libertam óxido nítrico (NO). O resultado é uma melhoria do fluxo sanguíneo e a formação de novos vasos (neoangiogénese).​​​​​​​​​​​​​​​​​​

A TPS emprega ondas de baixa energia para introduzir energia no tecido alvo.

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O nosso sistema de TPS é um dispositivo que possui marcação CE desde 2018 e é destinado ao tratamento e suporte de problemas neurológicos inclusive Doença de Alzheimer.

 

​Transcranial Pulse Stimulation

TPS Neurolith®

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Indicações:

  • Doenças neurodegenerativas: Doença de Alzheimer, Doença de Parkinson e Parkinsonismo, Esclerose lateral amiotrófica (ELA), Doença de Huntington, Ataxias cerebelosas hereditárias, Demências frontotemporais, Demência com corpos de Lewy, Esclerose múltipla (EM)

  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), Transtorno de stress pós-traumático (PTSD)​

  • Sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC)

  • Lesão Medular (Spinal Cord Injury)​

  • Depressão crónica

  • Transtornos do movimento e coordenação: Tremor essencial, Distonias e coreias, Síndrome das pernas inquietas, Ataxias cerebelosas

  • Lesões e traumatismos neurológicos: Traumatismo cranioencefálico (TCE), Lesão medular (paraplegia, tetraplegia), Concussão cerebral e sequelas pós-traumáticas

  • Cefaleias e enxaquecas crónicas

  • Neuralgia do trigémio e neuralgias cranianas

  • Vertigem e disfunções vestibulares

  • Transtornos cognitivos ligeiros e demência vascular

  • Síndromes de dor neuropática central ou periférica​

  • Dificuldades de concentração, falta de iniciativa e exaustão, stress, perturbações do sono

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Dr. Dino Rubio - TPS Neurolith
TPS
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Contraindicações:

  • Doenças neurológicas agudas

  • Hemorragia cerebral

  • Perturbações da coagulação (hemofilia)

  • Trombose

  • Epilepsia — contraindicação relativa

  • Gravidez

  • Tumor na área de tratamento

  • Terapêutica com cortisona nas 6 semanas anteriores à primeira aplicação

  • Objetos metálicos na cabeça

​Quanto tempo?

1 ciclo de 6 sessões, cada sessão com duração aproximada de 60 minutos.

 

Não é necessário rapar o cabelo​.

ANC espaco neuro

tDCS
transcranial direct current stimulation

​​A Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (tDCS) é uma técnica não invasiva de estimulação cerebral que usa uma corrente elétrica fraca e constante para modular a atividade neuronal através de um aparelho. Com sessões repetidas, estes efeitos podem acumular-se e levar a modificações mais duradouras na plasticidade cerebral.

A tDCS tem sido amplamente investigada pela sua capacidade de modular redes neuronais de forma segura e indolor.

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Como funciona?

A tDCS não desencadeia descargas neuronais como um estímulo elétrico agudo; em vez disso, altera excitabilidade de populações neuronais numa região específica. Colocam-se dois eletrodos sobre o couro cabeludo: o anodo (positivo), que tende a aumentar a excitabilidade neuronal, facilitando o disparo neuronal, e o cátodo (negativo), que tende a diminuir a excitabilidade, tornando os neurónios menos propensos a disparar. A corrente, geralmente entre 1 e 2 mA, altera o potencial de repouso dos neurónios nas regiões alvo. ​Este mecanismo modula circuitos em áreas como o córtex pré-frontal dorsolateral (DLPFC) ou o córtex motor primário (M1), que são frequentemente alvo nas aplicações terapêuticas.

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Indicações:​

  • Depressão (e potencial integração com terapia/medicação)

  • Ansiedade

  • Insónia

  • Reabilitação pós-AVC

  • Dor crónica

  • Distúrbios cognitivos

  • Patologias neurológicas

  • Alterações motoras

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ANC tDCS

Tem uma patologia neurológica?

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