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ELECTRO_ANC

Electromedicina

"Para os processos bioquímicos celulares acontecerem são necessárias cargas eléctricas." Dino Rubio

 

A Electromedicina é bastante popular nos dias de hoje no âmbito do diagnóstico complementar, como por exemplo:

  • Electrocardiograma

  • Electromiograma

  • Electroencéfalograma

  • TAC

Existem várias terapêuticas, dentro da electromedicina, já com vários estudos publicados e resultados bastante satisfatórios, desde as microcorrentes aos campos electromagnéticos pulsados, a sua utilização vai depender do tipo de patologia que o paciente apresenta e qual o melhor percurso para recuperação do quadro que apresenta.

  • No caso dos campos electromagnéticos pulsados, a bastante famosa e reconhecida terapêutica de PEMF, que consiste na projecção de um campo magnético sobre as células.

  • No caso das microcorrentes, bioressonância, electroterapia, electropotencial negativo, pretende-se regularizar as cargas eléctricas dos átomos e moléculas através de impulsos eléctricos.

Ambos os métodos regularizam as cargas atómicas, que por sua vez regularizam as moléculas, possibilitando assim as células (compostas por estas mesmas moléculas) uma mais rápida recuperação das suas funções, propiciando assim a regularização do tecido em causa.

Electroterapia

 

Indicações:

  • Patologias crónicas

  • Perturbações do foro psicológico

  • Debilidade constitucional

  • Dores crónicas

  • Complementar na recuperação/regeneração e outras terapêuticas

  • Aumento da performance muscular e mental / alta-competição / gestão stress / burnout

Contraindicações:

  • Pessoas portadoras de pacemaker, grávidas e transplantes recentes;

O que é a Electroterapia?

Cada uma das nossas células possui uma membrana que a envolve, servindo de protecção mas também como meio de passagem de iões. A posição, extra ou intra-celular dos iões e sua concentração, gera o potencial eléctrico da membrana celular, que é variável. A corrente eléctrica é vital para os processos químicos ocorrerem na célula e responsável por activar inúmeras funções no corpo. Diversos factores, como o avançar da idade e a desnutrição, enfraquecem este potencial eléctrico originando, nomeadamente dores, inflamações, mutações celulares e consequentemente um estado de doença.

A Electroterapia tem como objectivo reverter o processo de perda de potencial eléctrico da membrana celular, de modo a regularizar as funções celulares. 

Em que se baseia este método?

Este método baseia-se em estudos reconhecidos pela comunidade científica. Citando alguns:

- O cientista Dr. Robert O. Becker, demonstra nos seus estudos que as células que tinham fraco potencial eléctrico em sua membrana não se conseguiam multiplicar correctamente. Assim defendia que toda a doença crónica tinha origem num reduzido potencial eléctrico da membrana celular.

- Jeffrey S. Mannheimer conclui, num artigo sobre o efeito das microcorrentes eléctricas nas células, que estas melhoram substancialmente as funções celulares potenciando uma rápida recuperação (da função celular).

Ver amostra do artigo Scientific American

Cell Membrane Potential
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Âncora Electrot
Bioressonancia

Bioressonância

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Indicações:

  • Patologias crónicas

  • Perturbações do foro psicológico

  • Debilidade constitucional

  • Dores crónicas

  • Complementar na recuperação/regeneração e outras terapêuticas

  • Aumento da performance muscular e mental / alta-competição / gestão stress / burnout

  • Deixar de fumar

  • Alergias

O que é a Bio-Ressonância?

A terapia de Bio-Ressonância é efectuada a partir de um equipamento especializado. Efectua-se a emissão de frequências electromagnéticas que vão contribuir para a regulação eléctrica das células e posteriormente melhorando o funcionamento bioquímico das mesmas, potenciando assim o equilíbrio num todo.

É uma terapia indolor, não invasiva, sem efeitos secundários, adequado a todas as idades e géneros.

O termo "Bio" é relativo às frequências do espectro electromagnético naturais do corpo humano, e o termo “Ressonância” enfatiza objetos com propriedades de oscilação semelhantes oscilarem e estimularem-se mutuamente.

Um bom exemplo de ressonância é o caso do diapasão que vibra com outro exatamente igual ou harmónicos iguais, surtindo assim o efeito de ressonância. Se, no entanto, o segundo diapasão é diferente do primeiro (vibra numa nota diferente ou uma frequência diferente), o segundo diapasão nunca chegará a vibrar, uma vez que não existe ressonância entre eles.

Investigações científicas em 1976, verificaram ligação entre a aplicação de oscilações electromagnéticas e as respectivas respostas dos vários sistemas do corpo humano, animais e plantas. Após várias investigações descobriu-se a ressonância exógena, onde os factores que influenciam são a partir do exterior. Ao mesmo tempo observou-se a existência de uma ressonância endógena, onde os factores que influenciam são a partir do interior.

A mais antiga forma de ressonância natural é o caso da luz solar. Quando esta atinge a pele contribui para o escurecimento da mesma. Esta reacção, no entanto, não é causada por um aumento da temperatura da pele, senão sempre que fossemos a uma sauna bronzeariamos. A razão encontra-se na banda dos raios ultravioletas do espectro de luz, com um comprimento de onda específico entre 10 e 400 nm (ou uma frequência de 1,500 a 750 THz), tendo estes, um efeito estimulante na pigmentação da pele. Há, portanto, uma correlação entre um estímulo exógeno e uma resposta de um sistema regulador endógeno, que neste caso desencadeia a pigmentação. Ainda outro efeito endógeno da luz solar é, por exemplo, a activação da vitamina D3.

Ver artigo científico PubMed

Ver estudo científico de tratamento de Cervicalgia

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PEMF

PEMF
campos electromagnéticos pulsados

 

A terapia de PEMF (campos electromagnéticos pulsados) é uma terapêutica não invasiva, não química, geralmente indolor e sem efeitos secundários adversos reportados. Vários estudos já publicados na imprensa médica e científica, como por exemplo, "Journal of Rheumatology" e "American Academy of Pain Management" demonstram a eficácia e a importância da terapia.

Como funciona?

Com a terapêutica de PEMF pretende-se regularizar as cargas eléctricas dos átomos via impulso electromagnético, logo, alterar os níveis de energia dos electrões nas suas camadas. Actuando a nível atómico, o efeito molecular beneficia a célula possibilitando esta que active várias funções, que não seriam possíveis antes por falta de energia (ATP), como por exemplo, activação do mecanismo de regeneração, ou apoptose. As células sendo compostas por membranas com potencial eléctrico e uma diferença de potencial entre o seu meio interno e externo, esta terapia permite recompor a carga eléctrica da membrana celular, ajudando a célula a reconstrur o seu meio natural, evitando por exemplo, situações de hipernatrémia (excesso de sal) dentro da célula.

Indicações:

  • Artrose / Artrite

  • Lombalgia / Cervicalgia / Epicondilite / Bursite

  • Debilidade constitucional

  • Dores crónicas

  • Recuperação/regeneração de tecidos

  • Aumento da Performance Muscular / Alta-Competição

  • Pós Operatório

  • Traumatismos

  • Erosão das cartilagens

Benefícios:

  • Regeneração tecidos

  • Optimização metabolismo celular

  • Melhoria ATP celular (mais energia)

  • Anti-Inflamatório

Estudo científico sobre a terapêutica de PEMF

PEMF

"A vida precisa de 12 partículas atómicas e 4 forças, das quais: forte, fraca, gravitacional e electromagnética." - Dino Rubio

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ioes

Terapia de Iões

 

Método indicado para:

  • patologias crónicas

  • patologias neurológicas (esclerose múltipla, pós AVC...)

  • patologias degenerativas

  • patologias oncológicas

  • patologias musculo-esqueléticas (hérnias, lesões, tendinites...)

  • auto-imunes (tireoidite hashimoto, fibromialgia...)

  • alivio rápido da dor

  • enxaquecas crónicas

  • debilidade física

 

Através de um feixe de luz na ordem dos 450nm a 650nm faz-se a emissão de iões que possibilita a recuperação do potencial de membrana das células envolvidas.

tratamento ioes
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